3 de jun. de 2012

Resenha Imparcial?




Caríssimo senhor Francioni; lendo sua matéria me ocorreu a possibilidade de sua opinião ter escapado na resenha musical decorrente do Festival em Lisboa. Ainda incrédula pelas vaias ao Evanescence, não nego em momento algum o talento do Metallica e outras diversas bandas que por um acaso - ou não - tocaram naquele imenso palco. Gostaria de comentar, assim como você, creio eu, quis também, que não me agrada a parte em que chama uma artista de tamanho sucesso como a Amy Lee de coitada. 
É claro que há outros que possam por um acaso não ter gostado da apresentação do Evanescence; mas já que aqui se encontra um debate, deixo claro que adoraria discutir com você, Senhor Cláudio, sobre os seus argumentos para que tenha postado sua opinião de forma tão não-sutil como essa. Estou disponível em meu e-mail, e sinta-se livre para responder a esse comentário. Aguardo sua resposta.

Acompanhem, só por via de satisfação, uma música que considero eu uma excelente composição do Evanescence, em que se prova os altíssimos vocais da cantora Amy Lee.







15 de mai. de 2012

Lord Byron



Desfigurassem-me defeitos:
Mão não havia menos dura
Que a de quem antes me abraçava
Que me ferisse assim sem cura?

Lord Byron

27 de abr. de 2012

Flor Transparente

Abri a janela e vi uma flor transparente. Não só uma, aliás. Um jardim inteiro. Não sabia que isso era possível.


Eis aqui, Marcha de Cecília Meireles.


Quando penso no teu rosto,
fecho os olhos de saudade;
tenho visto muita coisa,
menos a felicidade.
Soltam-se os meus dedos ristes,
dos sonhos claros que invento.
Nem aquilo que imagino
já me dá contentameno.
Como tudo sempre acaba,
oxalá seja bem cedo!
A esperança que falava
tem lábios brancos de medo.
O horizonte corta a vida
isento de tudo, isento…
Não há lágrima nem grito:
apenas consentimento.

21 de abr. de 2012

6 de mar. de 2012


Miserável tristeza.
Que me persegue até os confins.
Que farei eu, depois desta porta.

Que longo caminho e
 Tão vazio.
 É tão deserto.
 Sombrio.

 Ouço ecos do passado.
 E alguns infortúnios do presente.
 Que insônia suja,
  Persistente.

 Que noite maltrata
 Tanto quanto essa.
  Que não posso acordar.
                       
 Nem me manter na peça.

Lady Viana